quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Sarau Repsol | Tunai


O Sarau Repsol, evento que acontece todos os meses na FEK, apresenta sempre uma grande atração da MPB. Esta noite é a vez de TUNAI. http://www.tunai.com.br/

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Plataforma de Pesquisa | Malu Fatorelli

Plataforma de pesquisa
programa de divulgação de teses universitárias em arte

Superfície Limite: entre arte e arquitetura
Com Malu Fatorelli
Artista plástica, professora adjunta do Instituto de Artes - UERJ e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

31 de agosto, terça-feira, às 17:30h


Entrada Gratuita
para sua comodidade, garanta seu lugar com antecedência:
tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br ou basta chegar antes do início do evento.

visite o museu chegando 1 hora antes do evento
ingressos: r$10,00 inteira r$5,00 meia
gratuidade: crianças até 10 anos
clube do assinante do globo: 20% de desconto

Superfície Limite: entre arte e arquitetura
Doutorado em Linguagens Visuais - Linha de Pesquisa Estudos e Experimentações da Arte ContemporâneaPrograma de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA-UFRJ)Tese defendida em março de 2004 - Orientação da Profa. Dra. Glória Ferreira

Resumo
A relação entre arte e arquitetura é examinada a partir de poéticas visuais que operam no domínio da arte contemporânea.
Uma abordagem histórica da questão do espaço na arte é construída a partir da análise da produção e do discurso de artistas, e complementada por uma instalação realizada no espaço do galpão da EBA-UFRJ no sentido de estabelecer ressonâncias e conexões entre um saber acadêmico e uma prática artística.

Sobre Malu Fatorelli
Artista plástica, arquiteta graduada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FAU-UFRJ), mestre em Comunicação e Tecnologia da Imagem da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ) e doutora em Linguagens Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA-UFRJ) é professora adjunta do Instituto de Artes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (IART-UERJ) e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), Rio de Janeiro - RJ. Foi Artista Visitante da Escola Internacional de Gráfica de Veneza, Itália (bolsa do Instituto Italiano de Cultura); da Ruskin Sckool of Drawing and Fine Arts da Universidade de Oxford, Inglaterra (bolsa do British Counsil); e do Headland Center for the Arts, São Francisco - CA, EUA. Vive e trabalha no Rio de Janeiro - RJ, Brasil.

coordenação: Marcio Doctors
consultoria: Gloria Ferreira

cineEva | 28/08 | As damas do Bosque de Boulogne

AS DAMAS DO BOSQUE DE BOULOGNE
Les dames du bois de Boulogne (França, 1945)

sábado, 28 de agosto de 2010, às 19h

De Robert Bresson. Com Jean Marchat, Maria Casarès e Paul Bernard. Duração 90'. Para se vingar de seu amante que a abandonara, uma mulher do mundo arma-lhe um casamento com uma jovem de bordel com a cumplicidade de sua mãe. Filme escolhido por Nelson Pereira dos Santos.



cineEva
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa, 2480 - Lagoa
Preço do ingresso: R$ 6,00 (preço único).
Os interessados poderão visitar também o Museu. Basta chegar às 17h30 para uma visita-guiada.
Sessão de cinema + visita ao museu: R$ 16,00 (inteira), R$11,00 (meia).
Clube do assinante do Globo: 20% de desconto
Garanta o seu lugar nos tels: (21) 3202 8554 / 3202 8550 / 8236 1825 / 4141 9240 ou cultura@evaklabin.org.br
Mais informações sobre a Fundação Eva Klabin: http://www.evaklabin.org.br/
Saiba tudo sobre o Seleção Cinema: www.cinefrance.com.br/selecaocinema

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

5as com Música | Eduardo Monteiro

Quintas com Música
Eduardo Monteiro - piano

19 de agosto, quinta-feira

Visita guiada às 19 h
Coquetel às 20 h
Concerto às 20:30 h

Programa:
Beethoven - 32 Variações em dó menor
Beethoven - Sonata op. 109
- Vivacce ma non troppo
- Prestissimo
- Andante molto Cantabile ed espressivo
Chopin - Polonaise Fantasia op. 61
Chopin - Scherzo n. 1 op. 20


O carioca Eduardo Monteiro é considerado um dos expoentes do piano no Brasil. Estudou na Itália, França, e Estados Unidos. Conquistou o 1º lugar no III Concurso Internacional de Colônia (1989), além do prêmio “Melhor Intérprete de Beethoven” e o 3º lugar nos Concursos Internacionais de Dublin, Irlanda (1991) e Santander, Espanha (1992). Foi solista das Filarmônicas de São Petersburgo, Moscou, Munique, Bremen, Sinfônica de Novosibirsky, Nacional da Irlanda, Orquestra de Câmara de Viena, da RTV Espanhola, OSESP, OSB, OSPA, OSBA, OPES, etc. Dentre os maestros com os quais já atuou, destacam-se Yuri Temirkanov, Mariss Jansons, Dimitri Kitayenko, Philippe Entremont, Arnold Katz, Sergiu Comisiona, Emil Tabakov, Kirk Trevor, John Neschling, Roberto Minczuk, Isaac Karabitchevsky e Roberto Tibiriçá. Em 2002 tornou-se Professor Doutor de Piano do Departamento de Música da ECA-USP. Foi agraciado com o Prêmio Carlos Gomes em 2004 e 2005. Em 2007 lançou CD de música brasileira pela Meridian Records em recital no Wigmore Hall de Londres e foi Diretor Artístico da Série de Concertos Piano Solo. Em 2008 passou a integrar Câmera Consultiva de Música do Conselho Estadual de Cultura de São Paulo.
Daqueles casos raros em que se tem pele de concertista... Monteiro tem o poder de sensibilizar o público através da epiderme, fazendo com que o espectador viva a música com ele, em uma espécie de comunhão. É um dom muito especial...
Albert Mallofré, La Vanguardia, Espanha

ingressos: r$50,00 inteira r$25,00 meia
Reservas com antecedência:
tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br
clube do assinante do globo: 20% de desconto

Programação e produção: Nenem Krieger
Organização: Marcio Doctors

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Música Ampliada | Rosana Lanzelotte

Música Ampliada
Vídeo e bate-papo
Viagem Musical pelo Brasil
Com Rosana Lanzelotte
Projeção do dvd História da Música Brasileira
18 de agosto, quarta-feira, às 20h

ingressos: R$20,00 inteira R$10,00 meia
para sua comodidade, garanta seu lugar com antecedência:tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br ou basta chegar antes do início do evento.
visite o museu chegando 1 hora antes do evento
ingressos: R$10,00 inteira R$5,00 meia
gratuidade: crianças até 10 anos
clube do assinante do globo: 20% de desconto



Viagem musical pelo Brasil
Uma viagem pela produção musical brasileira até o sécuo XIX
A música dos compositores brasileiros que emergiram do apogeu dos ciclos econômicos:
açúcar, ouro, diamantes, café.

Rosana Lanzelotte, cravista e pesquisadora que recém lançou o livro Música Secreta, sobre os compositores atuantes no início do século XIX no Brasil, apresenta e comenta trechos do DVD História da Música Brasileira, produzido por Reinaldo Volpato, sob a direção musical de Ricardo Kanji.
A viagem inicia-se pelas obras de que os jesuitas se utilizavam para catequizar os indígenas. Em seguida, serão apreciadas obras pertencentes ao mais antigo manuscrito musical até hoje encontrado em Mogi da Cruzes, que contem cópias de obras portuguesas do séc. XVI. Nasce na Bahia Gregório de Mattos (1636 - 1695), considerado o maior poeta barroco do Brasil, famoso por suas sátiras.
No período setecentista, surge em Pernambuco, no apogeu do ciclo do açúcar, o gênio brasileiro Luís Álvares Pinto (1719 - 1789). O talento do mulato o credenciou para estudar em Portugal. De volta ao Brasil, em 1761, escreveu um dos primeiros métodos de música escritos no país - "A Arte de Solfejar sem Confusão" -, do qual serão apresentadas algumas peças. Ainda no século XVIII, nasce na Bahia Damião Barbosa de Araújo (1778 - 1856), autor do "Memento Baiano".
O ciclo do ouro e dos diamantes em Minas propiciou a construção de inúmeras igrejas e teatros, para os quais era necessário dispor de música. Como na corte portuguesa, os ofícios religiosos eram acompanhados pelo melhor da produção musical. Surgiram gênios como José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila Príncipe,1746 - Rio,1805) e João de Deus de Castro Lobo (Vila Rica 1794 - Mariana, 1832).
Enquanto nas igrejas toca-se música sacra, nas ruas cantam-se modinhas, acompanhadas de violão, como as escritas pelo poeta Tomás Antonio Gonzaga (1744 - 1810), um dos inconfidentes, em homenagem à sua amada Marília. Musicadas pelo grande compositor português Marcos Portugal (1762 - 1830), tornaram-se dos cancioneiros mais apreciados até hoje.
A transferência da capital da colônia para o Rio em 1763 e a posterior chegada da corte em 1808 transformou a cidade em centro econômico e cultural do país e do continente. Nesse período destaca-se o mulato José Maurício Nunes Garcia (1767 - 1830), que impressionou D. João com seu talento a ponto de nomeá-lo Mestre de sua Capela Real. Fundou a primeira escola de música do Brasil, para cujos alunos escreveu o Método de Pianoforte. De Nunes Garcia, serão mostradas a sua primeira obra - Tota Pulchra es Maria - além das aberturas orquestrais.
Com a abertura dos portos, o Brasil recebe inúmeros artistas e cientistas europeus, curiosos de conhecer o Novo Mundo. Os relatos que surgem nesse período são um importante testemunho da vida brasileira do início do século XIX. Entre os visitantes, o compositor Sigismund Neukomm (1778 - 1858), que inaugurou a música instrumental no país e foi o primeiro a escrever música clássica inspirada em gêneros populares brasileiros. Os naturalistas bávaros Spix e Von Martius, chegados ao país em 1817, anotam em seus cadernos de viagem exemplos de modinhas e um dos únicos exemplos de lundus, gênero instrumental praticado pelos escravo negros. O ritmo africano do lundu inspirou Candido Inácio da Silva (1800 - 1838), discípulo de José Maurício Nunes Garcia, e influenciou os ritmos praticados na música popular brasileira até os dias de hoje.
O Brasil do século XIX vê nascer o seu maior expoente da arte operística - Antonio Carlos Gomes (1836 - 1896) - e os movimentos nacionalistas.
Coordenação: Marcio Doctors
Programação e produção: Nenem Krieger

cineEva neste sábado!

cineEva
sábado, 14 de agosto, às 19h

O PROCESSO DE JOANA D'ARC
Le procès de Jeanne d'Arc (França, 1962).

De Robert Bresson. Com Florence Delay, Jean-Caude Fourneau, Roger Honorat. Duração 65'.

Bresson reconstitui, com seu rigor característico, a prisão, o julgamento e a execução de Joana d´Arc, baseando-se exclusivamente em documentos históricos. Ao lado de A Paixão de Joana d´Arc, de Dreyer, esta é a mais genial e fascinante versão cinematográfica do martírio dessa importante figura da história da humanidade. Filme escolhido por Carlos Diegues.

cineEva
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa, 2480 - Lagoa
Preço do ingresso: R$ 6,00 (preço único).
Os interessados poderão visitar também o Museu. Basta chegar às 17h30 para uma visita-guiada.
Sessão de cinema + visita ao museu: R$ 16,00 (inteira), R$11,00 (meia).
Clube do assinante do Globo: 20% de desconto
Garanta o seu lugar nos tels: (21) 3202 8554 / 3202 8550 / 8236 1825 / 4141 9240 ou cultura@evaklabin.org.br
Mais informações sobre a Fundação Eva Klabin: http://www.evaklabin.org.br/
Saiba tudo sobre o Seleção Cinema: www.cinefrance.com.br/selecaocinema

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Sarau Repsol | Os Cariocas


O Sarau Repsol, evento que acontece todos os meses na FEK, apresenta sempre uma grande atração da MPB. Esta noite é a vez de Os Cariocas.



Grupo vocal formado no Rio de Janeiro em 1942, Os Cariocas fizeram escola na arte de cantar música popular em vocal, misturando polifonia e efeitos rítmicos.Influenciados por outros grupos vocais como o Bando da Lua, Anjos do Inferno e Quatro Ases e Um Coringa, estrearam no programa de calouros de Renato Murce, na Rádio Mundial, onde, na segunda tentativa, foram campeões. Se apresentaram ao então diretor da Rádio Nacional, Radamés Gnattali, e foram contratados em 1946 para participar do programa Um Milhão de Melodias. Ficaram na Rádio Nacional por 20 anos. Ismael Neto, um de seus fundadores (ao lado de Severino Filho, Salvador e Tarquínio), passou a compor nos anos 50, produzindo sucessos como "Valsa de uma Cidade", com Antônio Maria. Foi o principal arranjador do grupo até sua morte prematura, aos 30 anos, quando os arranjos passaram a ser assinados, em sua maioria, por Severino Filho, seu irmão.
Os Cariocas sempre foram muito populares com o repertório de bossa nova, inovando na maneira de interpretar o estilo.

cineEva neste sábado

S21 - A MÁQUINA DE MORTE KHMERE VERMELHA
S21 - La Machine de Mort Khmère Rouge (França, 2003).

De Rithy Panh. Duração 101'. Documentário.
Sob Pol Pot e o regime Khmer Vermelho, entre 1974 e 1979, perto de 20.000 pessoas são aprisionados, interrogadas, torturadas e posteriormente executadas no centro de detenção S21, no coração de Phnom Penh. Sete sobreviveram, três ainda estão vivos. Filme escolhido por João Moreira Salles.




cineEva
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa, 2480 - Lagoa
Preço do ingresso: R$ 6,00 (preço único).
Os interessados poderão visitar também o Museu. Basta chegar às 17h30 para uma visita-guiada.
Sessão de cinema + visita ao museu: R$ 16,00 (inteira), R$11,00 (meia).
Clube do assinante do Globo: 20% de desconto
Garanta o seu lugar nos tels: (21) 3202 8554 / 3202 8550 / 8236 1825 / 4141 9240 ou cultura@evaklabin.org.br
Mais informações sobre a Fundação Eva Klabin: http://www.evaklabin.org.br/
Saiba mais sobre o Seleção Cinema: www.cinefrance.com.br/selecaocinema

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Música Ampliada | Ziraldo

Música Ampliada
Vídeo e bate-papo

com Ziraldo
projeção de trechos do dvd Dorival Caymmi – MPB Especial, 1972
21 de julho, quarta-feira, às 20h


ingressos: r$20,00 inteira r$10,00 meia
para sua comodidade, garanta seu lugar com antecedência:
tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br ou basta chegar antes do início do evento.

visite o museu chegando 1 hora antes do evento
ingressos: r$10,00 r$5,00 (meia: estudantes e maiores de 60 anos)
gratuidade: crianças até 10 anos
clube do assinante do globo: 20% de desconto

O convidado do quinto encontro de 2010 do Projeto “Musica Ampliada” é o artista
Ziraldo, que irá conversar com o público sobre o dvd Dorival Caymmi – MPB
Especial, gravado em 1972 para a TV Cultura.
Ziraldo é um artista múltiplo: jornalista, cartunista, chargista, escritor,
criador das figuras infantis e adultas mais incríveis e brasileiras, contador de
histórias com um humor impar, amigo, e até Presidente da funarte já foi,
um cargo do qual ele não se orgulha muito porque a burocracia não combina
com o espírito sempre em ebulição e criativo do Mestre Ziraldo.
Gosta de cantar, de seresta, se considera um seresteiro e até se arrisca
a compor.
Para o bate papo informal no projeto “Música Ampliada” na Fundação
Eva Klabin, Ziraldo escolheu homenagear Dorival Caymmi, concluindo que
é o compositor mais presente em sua vida, desde a infância. Trabalhou noites
e noites ao som das músicas de Caymmi. Sabe a maioria e canta quase todas
as músicas do mestre.
Será que além do bate papo e o enfoque em músicas como Marina,
Só Louco, Não Tem Solução, Rosa Morena, Coqueiro Itapoã, Sábado em
Copacabana, etc, Ziraldo cantará algumas delas? Quem aposta que sim?
Só indo até lá para saber.
Nenem Krieger
produtora artística e idealizadora
do projeto “música ampliada”
coordenação: Marcio Doctors
programação e produção: Nenem Krieger

cineEva | Meu tio da América

MEU TIO DA AMÉRICA
Mon oncle d'Amérique (França, 1980).

De Alain Resnais. Com Gérard Depardieu, Nelly Borgeaud, Nicole Garcia, Roger Pierre. Duração 125'.

sábado, 17 de julho, 19h

O título do filme remete a um personagem obscuro. Não se sabe se ele está morto, rico ou miserável, numa América que jamais aparece. Os labirintos aqui trilhados são os dos textos científicos de Henri Laborit.

Filme escolhido por Débora Bloch, Renata de Almeida Magalhães, Lucy Barreto.

cineEva
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa, 2480 - Lagoa

Preço do ingresso: R$ 6,00 (preço único).
Os interessados poderão visitar também o Museu. Basta chegar às 17h30 para uma visita-guiada.
Sessão de cinema + visita ao museu: R$ 16,00 (inteira), R$11,00 (meia).
Clube do assinante do Globo: 20% de desconto
Garanta o seu lugar nos tels: (21) 3202 8554 / 3202 8550 / 8236 1825 / 4141 9240 ou cultura@evaklabin.org.br
Mais informações sobre a Fundação Eva Klabin: http://www.evaklabin.org.br/
Saiba tudo sobre o Seleção Cinema: www.cinefrance.com.br/selecaocinema

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Eva Klabin e Projeto Respiração na coluna da Hilde 11/07


5as com Música | Trio Cristina Braga | 15 de julho


Trio Cristina Braga
15 de julho, quinta-feira


Visita guiada às 19 h
Coquetel às 20 h
Concerto às 20:30 h


Cristina Braga [harpa]
Ricardo Medeiros [contrabaixo]
Ricardo Ferreira [clarineta]



Programa:

Satie – Gymnopedia
Henrique Oswald – Valsa Lenta
Edino Krieger – Nina
Brahms – Valsas op 39
Sílvio Barbato – Ária de Emília
Villa Lobos - Valsa da Dor
Mário Sève – Cordas Soltas
Saint Saens – O Cisne
Moskowsky – Valsa Brilhante
Strauss – Mil e Uma Noites
Tchaikowsky – Valsa das Flores

ingressos: r$50,00 inteira r$25,00 meia
Reservas com antecedência:tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br
clube do assinante do globo: 20% de desconto

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Projeto Respiração é selecionado!


Projeto Respiração é selecionado em Edital da Secretaria de Cultura do Estado. Será a 12ª edição e trará intervenções de Anna Maria Maiolino. A abertura está prevista para setembro de 2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Texto de Marisa Flórido no Segundo Caderno | 28/06

Imperdível, lindo texto!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Projeto Respiração no Rio Show 25/06


Projeto Respiração no Segundo Caderno 24/06


Projeto Respiração - 11ª edição | 26/06 a 15/08


Substituições
Daniela Thomas
Flana-se pela casa da Eva. Passa-se os olhos pelos objetos, pinturas, vitrines. Nos entretemos com as escolhas, com os cenários "à moda de": sala inglesa, renascença, chinesa. Há uma força magnética na casa, talvez centrífuga, nos empurrando todo o tempo em direção ao próximo quadro, objeto, ambiente. Não nos detemos. O próprio excesso e variedade de coisas nos movimenta para adiante. E mais adiante.

Meu impulso foi deter esse movimento. E se tivéssemos de dar conta de cada obra? Se tivéssemos que realmente parar e focar e submergir na obra? Propus a várias pessoas, entre artistas, jornalistas, cientistas, escritores, crianças, trabalhadores da própria fundação que tentassem DAR CONTA de um objeto que eu iria retirar da exposição e SUBSTITUIR com essa descrição gravada.

Imaginei questões que o projeto poderia suscitar:

1. um distúrbio à visita, já que as salas estarão obviamente "banguelas", com vazios preenchidos apenas pela pequena e desinteressante caixa de som, provocando uma interrupção no movimento centrífugo natural do visitante.
2. um distúrbio auditivo, já que a casa estará povoada de vozes todo o tempo.
3. um desafio à imaginação do visitante que se vê obrigado a projetar à partir da descrição que ouve, o objeto faltante.
4. um desafio à imaginação do "descrevedor".

Nessa última e central questão, o mais interessante desafio: como SUBSTITUIR, como DAR CONTA com palavras, da totalidade de uma obra de arte? Tarefa hercúlea e fadada ao fracasso, mas que provoca uma sorte de escolhas que evocam a própria história do pensamento em sua imensidão e fragilidade. Ficamos aí também à mercê dos excessos: descrever exaustivamente ultrapassa a obra? quando parar? O quanto de subjetividade é permitido? E desejável?

Projeto Respiração -11ª edição | 26/06 a 15/08


Evasão
Lilian Zaremba

...cette langue sera de l´âme pour l ' âme, résumant tout parfums, sons, couleurs... (Rimbaud, carta a Valery, maio,1871)

Um sinal é gerado por um processo: liga-se o rádio. Ação realizada com sucesso, sinal aceito, sinal entregue. Um evento cotidiano aparentemente sem importância... mas e se não houver um objeto, um rádio a ser ligado? Sinal de um rádio tomado como metáfora para transmissão, circuito, desarticulação, metamorfose, recepção, mutação. Radiofonia, domínio heterogêneo para além das concepções comuns da comunicação como mídia.
Um aparelho para colocar algum código pode também tornar-se um aparelho para decodificar mensagens... palavras guardam real significado na musica de cada voz, impressão sonora única, sinal marcado no tempo também enfronhado por escolhas pessoais. Estas, amordaçam o espaço nos objetos trajetos de uma vida inteira, transmitindo silencio ruidoso como naquele arranjo em cima da mesa, uma natureza morta – still life – interrompida por esta voz que insiste em existir...still, parada...still, ainda...
Ouvimos bibb do rádio relógio determinando os segundos, estes mesmos instantes subdivididos pelo tac tac do metrônomo. Mas este ritmo fechado em espaços precisos escapa de sua homogeneidade quando a voz de Eva, impõe seu próprio tempo, nos envolvendo em ressonâncias da memória. Aquela outra voz, repetindo as frases de Eva, se esforçando, obediente, para acompanhar o tempo preciso, é a voz radiofônica.
Perdida no trânsito das válvulas, objetos do cotidiano que também se esvaem na presença de substituições corpóreas (novas tecnologias?) já sugeridas naquele outro aparato nomeado ipod. Na tela deste pequeno ipod, enxergamos a areia caindo na ampulheta. O tempo escorre como sombra porque, embora lento, nossos olhos não conseguem distinguir cada grão de areia precipitado. Um milésimo de segundo? você ouve isso?
A primeira rádio, tocando o tempo aonde seu grau zero é aquela voz. A voz que irrompe “como espião” e transforma a homogeneidade do tempo, este que está sendo medido pela ampulheta, lançando seu próprio pulsar naquela sala verde onde o belo e grande relógio está parado. Ali, sempre será oito horas da noite...ela diria: “...ah! isso foi a vida inteira...” Evasão... sonhar uma língua que decodifique este congelamento do espaço de uma casa-museu, captando outras mensagens naquela voz que ainda respira a natureza presente, escapando do cronômetro inaudível de um tempo que nos engole.
P.S. - e toda vez que alguém pergunta " isso é radio?" esta escuta ensurdece.
créditos:
um trabalho de Lilian Zaremba
áudios com frases faladas por Eva Klabin e repetidas por locutora, sob som constante de bibps da Radio Relógio e Metronomo, ecoados na Sala Verde (do museu) onde também se coloca sobre a papeleira uma "natura morta" composta por alto falante, válvulas de rádio transmissão e ipod com filme e trilha.
ficha técnica:
fotografia e filmagem : Lucia Helena Zaremba
edição do filme em ipod : Franscisco Cid Guimarães
iluminação : Fernando Sant' Anna
voz e supervisão de edição sonora: Adriana Ribeiro
editor de som : Alexandre Meu Rei (ECOSOM)
agradecimentos: Toni Godoy, Irene Peixoto, Alcimar Ferreira, Álvaro Barata

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O Projeto Respiração inaugura sua 11ª edição neste sábado


Leia o texto do curador

Plataforma de Pesquisa | Glória Ferreira

Plataforma de pesquisa
programa de divulgação de teses universitárias em arte

"O Invisível é real" Sobre a obra de Walter De Maria
Com Glória Ferreira
Professora colaboradora da EBA/UFRJ, crítica de arte e curadora.

22 de junho, terça-feira, às 17:30h



Walter De Maria / The New York Earth Room, 1977

Como se aproximar do universo de um artista e revelar seus processos de
elaboração? Como integrar e como se separar dos juízos recorrentes sobre
seu trabalho? Diversos caminhos foram percorridos buscando o sentido de
suas obras, como a experiência da Land Art, a relação entre a música, as artes
visuais e a linguagem. Seu silêncio programático e sua afirmação da realidade
do invisível revelaram-se centrais em sua poética. Enquanto acontecimentos,
a rede de significações de suas obras instauram a experiência como uma
singularidade e a arte como “agente de ligação” entre o homem e o mundo.

Glória Ferreira é Doutora em História da Arte pela Sorbonne. Professora
colaboradora da EBA/UFRJ, crítica e curadora. Entre suas curadorias recentes
destacam-se Anos 70 – Arte como questão, 2007. Entre suas publicações, coorganizou
as coletâneas Clement Greenberg e o debate crítico, 1997, e Escritos
de artistas 1960/1970, 2006. Organizou a coletânea Crítica de arte no Brasil:
Temáticas Contemporâneas, 2006, e Arte contemporáneo brasileño: documentos
y críticas / Contemporary Brazilian Art: Documents and Critical Texts, 2009.
Dirige a coleção Arte +, publicada pela Jorge Zahar Editor.

Entrada Gratuita
para sua comodidade, garanta seu lugar com antecedência: tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br ou basta chegar antes do início do evento.
visite o museu chegando 1 hora antes do evento
ingressos: r$10,00 r$5,00 (meia: estudantes e maiores de 60 anos)
gratuidade: crianças até 10 anos
clube do assinante do globo: 20% de desconto

coordenação: Marcio Doctors
consultoria: Gloria Ferreira

quinta-feira, 17 de junho de 2010

cineEva neste sábado!

O ANO PASSADO EM MARIENBAD
L'année dernière à Marienbad (França, 1961).
sábado, 19 de junho, 19h
De Alain Resnais. Com Delphine Seyrig. Duração 93'.
Num imenso e luxuoso palácio barroco, transformado em hotel (e em labirinto espaço-temporal), entre corredores, salões decorados e estátuas, um estranho tenta convencer uma mulher casada a fugir consigo. Ele diz conhecê-la. Diz que foram amantes.
Filme escolhido por Luiz Carlos Barreto
cineEva
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa, 2480 - Lagoa
Preço do ingresso: R$ 6,00 (preço único).Os interessados poderão visitar também o Museu. Basta chegar às 17h30 para uma visita-guiada.
Sessão de cinema + visita ao museu: R$ 16,00 (inteira), R$11,00 (meia). Clube do assinante do Globo: 20% de desconto
Garanta o seu lugar nos tels: (21) 3202 8554 / 3202 8550 / 8236 1825 / 4141 9240 ou cultura@evaklabin.org.br
Mais informações sobre a Fundação Eva Klabin: http://www.evaklabin.org.br/
Mais informações sobre o Seleção Cinema: www.cinefrance.com.br/selecaocinema

terça-feira, 8 de junho de 2010

5as com Música | Harmonitango

Quintas com Música
Com Harmonitango
José Staneck, harmônica / Ricardo Santoro, violoncelo / Sheila Zagury, piano

17 de junho, quinta-feira

Visita guiada às 19 h
Coquetel às 20 h
Concerto às 20:30 h


Programa:

C. GUERRA-PEIXE
TRÊS PEÇAS
Allegretto moderato (Galope)
Andantino (Reza de defunto)
Allegretto (Toque “jêje”)

DRUMMONDIANA
Qualquer tempo
Festa no brejo

MOURÃO

H. VILLA-LOBOS
O TRENZINHO DO CAIPIRA

A. PIAZZOLLA
LIBERTANGO
MILONGA DEL ANGEL
PRIMAVERA PORTENHA
ADIÓS NONINO

ingressos: R$40,00 e R$20,00 (meia: estudantes e maiores de 60 anos)
Reservas com antecedência:tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br
clube do assinante do globo: 20% de desconto
Programação e produção: Nenem Krieger
Organização: Marcio Doctors

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Música Ampliada | Zelito Viana

Música ampliada
vídeo e bate-papo

Villa-Lobos: Uma Aventura Cinematográfica
Com o cineasta Zelito Viana
Projeção de trechos do making of do filme Villa- Lobos - Uma Vida de Paixão

16 de junho, quarta-feira, às 20h

ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia: estudantes e maiores de 60 anos)
para sua comodidade, garanta seu lugar com antecedência:
tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br ou basta chegar antes do início do evento.
visite o museu chegando 1 hora antes do evento
ingressos: R$10,00 R$5,00 (meia: estudantes e maiores de 60 anos)
gratuidade: crianças até 10 anos clube do assinante do globo: 20% de desconto
coordenação: Marcio Doctors programação e produção: Nenem Krieger

cineEva | Hiroshima meu amor

HIROSHIMA MEU AMOR
Hiroshima mon amour (França/Japão, 1959).
De Alain Resnais. Com Emmanuelle Riva, Eiji Okada. Duração 90'.
Sábado, 12/06, 19h
Participando de um filme sobre a paz, em Hiroshima, nos anos 50, atriz francesa passa a noite com um arquiteto japonês. Tudo isso traz lembranças de sua juventude, na cidade de Nevers, durante a Segunda Guerra Mundial, período no qual foi perseguida, quando se apaixonou por um soldado alemão.
Filme escolhido por: Lucy Barreto
cineEva
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa, 2480 - Lagoa
Preço do ingresso: R$ 6,00 (preço único).
Os interessados poderão visitar também o Museu. Basta chegar às 17h30 para uma visita-guiada.
Sessão de cinema + visita ao museu: R$ 16,00 (inteira), R$11,00 (meia).
Clube do assinante do Globo: 20% de desconto
Garanta o seu lugar nos tels: (21) 3202 8554 / 3202 8550 / 8236 1825 / 4141 9240 ou cultura@evaklabin.org.br

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Sarau Repsol


O Sarau Repsol 2010 tem hoje a cantora e compositora Joyce como convidada.
O Sarau Respsol, projeto cultural que pelo segundo ano consecutivo acontece na Fundação Eva Klabin (só para convidados), reúne importantes apresentações desde a sua criação, em 2007, tendo levado ao palco nomes como Francis Hime, João Donato, Roberto Menescal, Raul de Souza e Guinga, entre outros. Em 2010, de abril a novembro, uma vez por mês, expoentes da música popular brasileira se apresentarão em encontros exclusivos para convidados, em oito raras oportunidades para apreciar atrações da MPB.


sexta-feira, 21 de maio de 2010

cineEva | Lola

LOLA(França, 1961)
De Jacques Demy. Com Anouk Aimée. Duração 85'.

Lola é uma dançarina de cabaré que espera pelo retorno de Michel, namorado que há sete anos foi para a América e é pai de seu filho. Ele prometeu voltar somente quando estivesse rico.

Filme escolhido por Carlos Diegues e José Carlos Avellar


Sáb - 22.05 - 19h
cineEva
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa, 2480 - Lagoa
Preço do ingresso: R$ 6,00 (preço único).
Os interessados poderão visitar também o Museu. Basta chegar às 17h30 para uma visita-guiada.
Sessão de cinema + visita ao museu: R$ 16,00 (inteira), R$11,00 (meia).
Clube do assinante do Globo: 20% de desconto
Garanta o seu lugar nos tels: (21) 3202 8554 / 3202 8550 / 8236 1825 / 4141 9240 ou cultura@evaklabin.org.br
Mais informações sobre a Fundação Eva Klabin: http://www.evaklabin.org.br/
Mais informações sobre a programação completa do Seleção Cinema: http://www.cinefrance.com.br/selecaocinema/index.php

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Quinta feira, dia 20, 5as com Música estará de volta!


Quintas com Música
Com JOÃO CARLOS ASSIS BRASIL, piano
Participação especial: Toninho Pereira, violão

20 de maio, quinta-feira
Visita guiada às 19h
Coquetel às 20h
Concerto às 20h30



Programa:
Tributo a Nazareth
Homenagem aos melodistas brasileiros: Tom Jobim, Bonfá e Cartola
Victor Assis Brasil - Waltzing
Heitor Villa-Lobos - Impressões Seresteiras
Tom Jobim - Luiza, Falando de amor – participação de Toninho Pereira
Tom Jobim – Modinha – solo de Toninho Pereira
Suíte Gershwin
Suíte Cinematográfica

ingressos: r$40,00 e r$20,00 (meia: estudantes e maiores de 60 anos)
Reservas com antecedência:tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br
clube do assinante do globo: 20% de desconto
Programação e produção: Nenem Krieger
Organização: Marcio Doctors

João Carlos Assis Brasil
Pianista de formação erudita, irmão gêmeo do saxofonista Victor Assis Brasil, começou a estudar piano ainda na infância, e aos 15 anos já era acompanhado por orquestras em concertos. Foi aluno de Jacques Klein e aperfeiçoou os estudos em Londres, Paris e Viena. Na década de 60, na Áustria, ganhou o terceiro prêmio do Concurso Internacional Beethoven, tocando em seguida com a Filarmônica de Viena e excursionando pela Europa. Mesmo consagrado como
concertista clássico, envolveu-se com a música popular, tocando ao lado de outros instrumentistas – como os pianistas Clara Sverner e Wagner Tiso ou o violonista Turíbio Santos – e de cantores – Ney Matogrosso, Zé Renato, Zizi Possi, Alaíde Costa, Olivia Byington.
Na década de 80 gravou discos a quatro mãos ao lado de Clara Sverner: um com músicas de Erik Satie e Scot Joplin (1982), outro incluindo o norte-americano Gershwin e os franceses Maurice Ravel e Gabriel Fauré. Em seguida veio Jazz Brasil (1986), com total ênfase no popular, incluindo obras de Tom Jobim, Radamés Gnattali e Victor Assis Brasil. Dois anos depois, ao lado de Wagner Tiso, Jaques Morelenbaum e Ney Matogrosso, lançou Floresta do Amazonas. Em 1990, quase dez anos depois da morte precoce do irmão (em 1981), gravou o disco Self Portrait – Assis Brasil por Assis Brasil, em que trouxe à tona composições inéditas de Victor. Seus trabalhos seguintes foram em parceria com as cantoras Olivia Byington e Alaíde Costa. João também lançou um cd todo dedicado à obra de Villa-Lobos. João Carlos Assis Brasil, um dos maiores músicos do cenário artístico, lançou pela Biscoito Fino o cd Todos os Pianos. Gravado no estúdio da Biscoito Fino, no fabuloso Steinway adqüirido pela gravadora junto à Filarmônica de Berlim, Todos os Pianos é, a rigor, um tributo a colegas de instrumento que se revelaram grandes compositores ao longo da história da música no século XX – e vice-versa.
Entre o choro, a bossa, o samba, o jazz americano e francês, Assis Brasil concebe suítes reunindo obras de Ernesto Nazareth (Brejeiro, Odeon, Faceira, Apanhei-te Cavaquinho), Chiquinha Gonzaga (Aracê, Aguará, Sabiá da Mata), Gershwin (incluindo S´ Wonderful e Rhapsody in Blue), Cole Porter (incluindo I Get a Kick Out of You e Rhapsody in Blue), Michel Legrand (de Summer of 42 e Parapluies de Cherbourg).
A adoração pela música no cinema é registrada em duas suítes, uma de Nino Rota, o compositor favorito de Fellini (com os temas de Os Boas Vidas, Amarcord e Noites de Cabíria); outra, a Suíte Cinematográfica, reunindo o Chaplin de Luzes da Ribalta (Limelight), o Hupfield de Casablanca (As Time Goes By), os clássicos de O Mágico de Oz (Over the Rainbow, de Arlen e Harburg) e Golpe de Mestre (a reciclada The Entertainer, de Scott Joplin).
O flerte com o popular estende-se ainda a compositores cujas obras, ainda que não compostas para o instrumento, adequam-se a este, pelos dedos devocionais de Assis Brasil. É o caso da Suíte Melodistas Brasileiros, que aproxima o Cartola de As Rosas Não Falam e o cânone bossa-novista de Luiz Bonfá e Antonio Maria, Manhã de Carnaval, da placidez e (in)quietude impressionistas. Completam a suíte obras de adeptos extemporâneos do piano no samba, Francis Hime (Minha) e Antonio Carlos Jobim (Retrato em Branco e Preto). Nada que inviabilize, muito pelo contrário, a convivência com Rachmaninoff, Brahms, Tchaikovsky e, naturalmente, Chopin, presentes na Suíte Clássica.
Um dos compositores mais presentes na discografia de João Carlos é seu irmão, o saxofonista Victor Assis Brasil, um dos maiores instrumentistas de jazz brasileiros em todos os tempos. Morto em 1981, Victor deixou um legado vigoroso de temas executados em todo o mundo, muitos deles revelados depois da morte do autor pela dedicação de João Carlos a manter viva a herança do irmão. Prelúdio em Sol Menor e Valsa do Reencontro são os dois temas de Victor interpretados por João em Todos os Pianos.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Plataforma de Pesquisa | Lívia Flores

Plataforma de Pesquisa
Programa de divulgação de teses universitárias em arte

Como fazer cinema sem filme?
com Lívia Flores
artista e professora adjunta da escola de comunicação / ufrj e do programa da pós-graduação em artes visuais da escola de belas artes / ufrj
18 de maio, terça-feira, às 17h30
Entrada Gratuita
para sua comodidade, garanta seu lugar com antecedência:tels 3202-8554 / 3202-8550 / 8236-1825 / 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br ou basta chegar antes do início do evento.
visite o museu chegando 1 hora antes do evento
ingressos: R$10,00 R$5,00 (meia: estudantes e maiores de 60 anos)
gratuidade: crianças até 10 anos
clube do assinante do globo: 20% de desconto
Seria possível pensar o cinema como ready-made assistido? Ou ao contrário,o ready-made como uma espécie de cinema sem filme? A tese busca respostas para tais perguntas na própria obra de Duchamp. Concentrando-se em La Mariée mise à nu par ses célibataires, même, segue trilhas abertas por pensamentos que nos levam à discussão da imagem e da linguagem inscritas nas coisas materiais. Nietzsche e Blanchot, o pensamento trágico e o iconoclasta, Deleuze, Borges e Hollis Frampton traçam seus percursos nesse labirinto. O mundo se pensa como texto ou filme, sonho ou imagem ao espelho. Ao final, constatam-se certos efeitos sobre a noção de obra de arte que incidem diretamente na relação entre artista e público – uma relação propriamente política.
Lívia Flores é artista e trabalha com instalações cinemáticas desde o final dos anos 90. Recentemente vem pesquisando a incidência do cinematográfico sobre modos instáveis de produção em arte, a partir de experiências onde o filme se torna facultativo. É professora adjunta da Escola de Comunicação (ECO/UFRJ) e do Programa da Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes(EBA/UFRJ).
coordenação: Marcio Doctors
consultoria: Gloria Ferreira

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Ouvindo os olhos da crítica | Glória Ferreira


11 de maio, terça-feira, às 19h30
A crítica entre ver, olhar e escutar
Glória Ferreira


Ouvir os olhos da crítica, como proposição abre, creio, para dois tipos de questões: o ato crítico, com suas escolhas e, assim, embates com trabalhos específicos que exigem a escuta da crescente e ativa progressão de teorias textualizadas pelos artistas, constitutivas do devir da obra; face a atual e reconhecida situação de crise da crítica de arte, os nexos entre os fatos artísticos as descrições, avaliações e interpretações críticas são inseparáveis da inscrição da crítica como um dos dados do conceito estourado de “obra” de arte.
Glória Ferreira é Doutora em História da Arte. Professora colaboradora da EBA/UFRJ, crítica e curadora independente. Entre suas recentes curadorias destaca-se “Anos 70 – Arte como questão”, 2007. Co-organizou as coletâneas “Clement Greenberg e o debate crítico”, 1997, e “Escritos de artistas 1960/1970”, 2006. Organizou a coletânea “Critica de arte no Brasil: Temáticas Contemporâneas”, 2006, e “Arte contemporáneo brasileño: documentos y críticas” / “Contemporary Brazilian Art: Documents and Critical Texts”, 2009.

veja a programação completa do seminário em
http://evaklabin.blogspot.com/2010/04/o-seminario-ouvindo-os-olhos-da-critica.html
inscrição: tels. 3202-8554 3202-8550 8236-1825 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br
valor: conferência avulsa r$ 80,00 / seminário completo: r$350,00 e r$175,00 (meia: maiores de 60 anos, estudantes, professores, artistas, críticos, curadores e profissionais de museus)
clube do assinante o globo: 20% de desconto
visite o museu chegando 1 hora antes do evento
ingressos: r$10,00 r$5,00 (meia: estudantes e maiores de 60 anos)
gratuidade: crianças até 10 anos
clube do assinante o globo: 20% de desconto

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ouvindo os olhos da crítica | Agnaldo Farias


10 de maio, segunda-feira, às 19h30
Notas sobre a relação entre arte e política –
o processo de construção da 29ª Bienal de São Paulo
Agnaldo Farias
Conquanto toda arte seja política, cumpre apresentar os variados matizes que essa relação vem apresentando. E o fato dela haver sido escolhida pelos curadores Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos, como eixo da 29ª edição da Bienal de São Paulo, cuja inauguração ocorrerá no próximo mês de setembro, deve-se por dois motivos: pelo modo ostensivo como essa relação vem se impondo no âmbito da produção contemporânea, e pela necessidade de se contribuir para a prática política desde o lugar da arte. Nesse sentido, a comunicação apresentará as referências teóricas e poéticas da exposição, além de noticiar o processo de sua tradução no espaço expositivo.

Agnaldo Farias é Professor Doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, Crítico de Arte e Curador. Realizou curadorias, entre outras instituições, para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Itaú Cultural, Instituto Tomie Ohtake, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural Dragão do Mar, de Fortaleza, Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba, Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS, e para a Fundação Bienal de São Paulo. Nesta última, trabalha atualmente como Curador da 29ª Bienal de São Paulo (2010), tendo sido Curador da Representação Brasileira da 25ª Bienal de São Paulo (1992), Curador Adjunto da 23ª Bienal de São Paulo (1996), Curador Adjunto da 1ª Bienal de Johannesburgo (1995).
Foi Curador Geral do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1998/2000) e Curador de Exposições Temporárias do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1990/1992). Atualmente é consultor de curadoria do Instituto Tomie Ohtake. Publica regularmente artigos e críticas em alguns dos principais jornais e revistas nacionais e é correspondente da revista de arte espanhola “Artecontexto”.
Autor dos livros “Modernos, Pós-modernos etc” (São Paulo: Instituto Tomie Ohtake, 2009); “As Naturezas do Artifício”, sobre a obra de Amélia Toledo (São Paulo: Editora W11, 2004); “Daniel Senise – The piano factory”(Rio de Janeiro); “Andréa Jacobsen”(2003), livro indicado para o Prêmio Jabuti 2004, na categoria “Livro de Arte”; “Arte brasileira hoje” (São Paulo, Publifolha, 2002); “La arquitectura de Ruy Ohtake”(Madrid, Celeste, 1997). Foi editor e organizador do
livro “Bienal 50 anos”(São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 2002).
veja a programação completa do seminário em
inscrição: tels. 3202-8554 3202-8550 8236-1825 4141-9240 ou pelo email cultura@evaklabin.org.br
valor: conferências avulsas r$ 80,00 / seminário completo r$350,00 e r$175,00 (meia: maiores de 60 anos, estudantes, professores, artistas, críticos, curadores e profissionais de museus)
clube do assinante o globo: 20% de desconto
visite o museu chegando 1 hora antes do evento
ingressos: r$10,00 r$5,00 (meia: estudantes e maiores de 60 anos)
gratuidade: crianças até 10 anos
clube do assinante o globo: 20% de desconto